Mobiliário que conta histórias. Mobiliário onde cada pormenor não é apenas um elemento do interior, mas uma verdadeira obra de arte. Esta é a filosofia da marca britânica Timothy Oulton, cujo nome há muito se tornou sinónimo de luxo, individualidade e qualidade impecável.
A história da marca começou em 1976 com a loja de antiguidades do pai de Tim Oulton, o major Philip. Desde jovem, Tim absorveu a paixão pela beleza e pelos pormenores, que mais tarde se tornaria a sua vocação. Em 1999, abriu a sua própria oficina, onde criava mobiliário a partir de materiais reciclados, dando uma nova vida a objetos antigos. Foi assim que nasceu o conceito da marca: uma combinação do encanto vintage com o design contemporâneo.
O segredo do mobiliário Timothy Oulton reside nos materiais e nas tecnologias. Os artesãos utilizam pele natural, madeira, metal e tecidos, sem receio de experimentar texturas e processos de envelhecimento. Cada peça é cuidadosamente rematada à mão, seja um trabalho cinzelado num candeeiro de cobre ou entalhes em madeira antiga. As tecnologias do passado, como a patinagem e a queima, combinam-se com métodos modernos de tratamento, proporcionando um efeito único.
Os principais designers da marca são o próprio Tim Oulton e a sua equipa de especialistas talentosos. Inspiram-se em viagens, em culturas mundiais e em épocas históricas. O resultado são coleções que surpreendem pela sua diversidade: desde o estilo industrial imponente até ao requintado art déco.
Entre as coleções icónicas encontram-se a Reggio, inspirada nas formas depuradas e fluidas do design dinamarquês, e a Slouchy motion, que reflete a era glamorosa das viagens aéreas. É impossível não mencionar a coleção Angeles — a personificação da elegância e do luxo no espírito do cinema de Hollywood dos anos 50.
Comprar mobiliário Timothy Oulton é tornar-se detentor de uma história singular personificada em materiais nobres e na mestria artesanal. É um mobiliário que passa a fazer parte da sua casa, espelha o seu gosto e individualidade, e continua a contar histórias de geração em geração.